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Saramago e Pilar [Dec. 3rd, 2007|04:56 pm]
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Pilar e Saramago

Uma fundação, um casamento e um livro. Entre Lisboa, Lanzarote e Castril, a união ibérica de José Saramago e Pilar del Río. Um carro de matrícula espanhola atravessa a Ponte 25 de Abril. O homem beija a mão da mulher e anuncia, em castelhano: «Bem-vinda a Lisboa. Esta é a tua viagem!» Não era a primeira vez que ela vinha à capital portuguesa nem viagens assim são tão raras para uma jornalista. Mas a verdade é que estas foram as únicas palavras com significado que se preze pronunciadas naquele automóvel ao longo de 400 quilómetros: à saída de Sevilha, para estranheza de Rafael, talvez a mais faladora das suas amigas, Pilar, havia anunciado que gostava de viajar em silêncio. Vinte e um anos depois, numa tarde soalheira mas ventosa como é típico de Lanzarote, paramos entre os números 1 e 3 da Calle Los Topes, em Tías. Abre-se um portão para deixar passar José Saramago e, de braço dado com ele, a mulher, Pilar del Río, a recém-presidenta da Fundação José Saramago, a recém-casada pela segunda vez com o autor de O Ano da Morte de Ricardo Reis, a leitora que em 1986 veio a Lisboa cumprir o itinerário daquele heterónimo de Pessoa - quem dentro de meia hora iremos entrevistar... mesmo que a conversa acabe por se centrar, como veio a acontecer, em Saramago. Porque falar de Saramago é falar de Pilar e falar de Pilar é falar de Saramago.

O texto completo encontra-se neste link.

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Eléctrico chamado "desejo" [Nov. 11th, 2007|04:38 pm]
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Fachada principal do Museu do Carro Eléctrico
O Porto foi a primeira cidade ibérica a ter uma linha de carro eléctrico.Foi em 12 de Setembro de 1895.
Foto de um dos primeiros carros eléctricos:
Carro eléctrico nº 100, um dos mais procurados para passeios turísticos.
(um eléctrico chamado "desejo"):

O Museu do Carro Eléctrico, da Sociedade de Transportes Colectivos do Porto (STCP), comemorou o ano passado 111 anos de existência. A Linha da Restauração, inaugurada em 12 de Setembro de 1895, fez com que o Porto fosse a primeira cidade da Península Ibérica a possuir uma via para carros eléctricos. O percurso inicial ia do Carmo a Massarelos, estendendo-se mais tarde para a foz e Matosinhos. Daqui as linhas expandiram-se por toda a cidade e concelhos vizinhos, assumindo-se como o transporte urbano de referência no século XX, desde os finais da primeira década até aos inícios dos anos 60. Foi também neste século que o carro eléctrico do Porto conheceu o seu período áureo, mas também o início do declínio. O "22" foi um dos primeiros veículos a circular na cidade do Porto e, actualmente, encontra-se em exposição no Museu do Carro Eléctrico. O carro começou por ser de tracção animal, puxado por mulas, e foi motorizado em finais do seculo XIX. O sistema eléctrico revolucionou os meis de transporte na cidade, possibilitando horários regulares e uma maior facilidade de circulação nas ruas de declive acentuado. O transporte utilizava uma energia limpa contribuindo assim para uma maior salubridade, visto que se acabou com os dejectos dos animais espalhados pela cidade, além do maior conforto e rapidez.
Notas:
a) As imagens (excepto a do bufo/pide) têm o link dos STCP;
b) Como muita gente, principalmente da região do Porto, em Janeiro de 2007 os STCP reformularam muitas linhas com o pretexto de as conjugarem com a entrada em funcionamento do Metropolitano do Porto;
c) Tal reformulação provocou e continua a provocar protestos por parte dos utentes dos STCP, dado que os itinerários ficaram mais extensos e obrigam a transbordos que sujeitam os utentes a várias horas de espera pelo autocarro;
d) Dado que o serviço dos STCP é um serviço público sob a tutela do governo, os utentes, que deram a maioria absoluta ao Sócras, são os principais culpados;
e) Para terminar e por agora:

As reclamações não produzem qualquer efeito, já que o Sócras tem o Poder absoluto e responde com os bufos e os pides, na sua versão actualizada!!!...

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Leonard Cohen [Oct. 28th, 2007|03:36 pm]
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Foram editados em formato digital os três primeiros álbuns de Leonard Cohen.

Pela primeira vez na era digital, chegam às lojas as edições especiais e aumentadas em digipack de "Songs of Leonard Cohen" (1967), "Songs From a Room" (1969) e "Songs of Love and Hate" (1971), os três primeiros álbuns de Leonard Cohen. Estas reedições assinalam o início da celebração do 40º aniversário de Leonard Cohen, como artista da Columbia, comemoração que se estenderá até 2008, com a reedição em Setembro deste ano de "New Skin for the Old Ceremony", "Death of a Ladies Man" e "Recent Songs" e, numa terceira fase, "Various Positions", "I'm your Man" e "The Future", em Fevereiro de 2008.

Cada um destes discos contém um bónus com material nunca antes editado, de importância histórica para os fãs de Leonard Cohen, bem como pequenas notas, especialmente encomendadas e escritas por Anthony DeCurtis, editor colaborador da revista "Rolling Stone" e devoto de Cohen.

Há já quatro décadas que Leonard Cohen se apresenta como um dos compositores mais importantes e influentes dos nossos tempos, sendo também responsável por uma obra que adquire níveis de mistério e significado ainda maiores à medida que o tempo passa.

O seu primeiro álbum, "Songs of Leonard Cohen" (1967), apresentou o cantor como um grande e inegável talento. O disco inclui canções como "Suzanne", "Sisters of Mercy", "So Long, Marianne" e "Hey, That's No Way to Say Good", que agora se afirmam como clássicos de longa data.

Os dois álbuns que se seguiram ao primeiro disco, "Songs From a Room" (1969), que inclui o seu tema clássico, "Bird on the Wire", e "Songs of Love and Hate" (1971), deram todas as provas que alguém pudesse exigir para comprovar que a grandeza presente no seu disco de estreia não era apenas um golpe de sorte.

Sony/BMG
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A etapa queimada [Sep. 2nd, 2007|03:09 pm]
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Notícias Magazine.

No interessante "fresco" que António Barreto pintou sobre nós e que foi apresentado na RTP1, o investigador proferiu uma frase que me deixou em baixo: disse qualquer coisa como "a maioria dos portugueses nasceu depois da década de sessenta". Não tendo qualquer motivo para duvidar da afirmação, restou-me engolir em seco e aceitar o veredicto: faço parte já da minoria dos mais velhos! Contra factos não há argumentos... Não dá para deprimir, mas não deixa de constituir um lembrete para quem como eu tem andado distraído acerca do assunto...
O que verdadeiramente dá que pensar é a particularidade de a minha geração, ao contrário do que sempre acontecera até aí, não ter tido o direito a viver, para o bem e para o mal, a condição de "pessoa madura". Passámos de jovens a velhos... O próprio documento de António Barreto dá indirectamente conta do fenómeno, ao acentuar tão bem as acelerações bruscas que o tempo sofreu em alguns momentos das últimas décadas neste país. E se realço "neste país" tal deve-se ao facto de que, como alguém já afirmou, existe uma geografia do tempo: em boa verdade, a história não corre à mesma velocidade em todos os pontos do planeta: se todos os dias fosse emitido um boletim da metereologia social, dar-se-ia conta do facto com a maior das facilidades.
Aquilo que no resto da Europa foi acontecendo no decurso de décadas após a Guerra, sucedeu em Portugal em meia dúzia de anos. Após a aceleração de Abril aqueles da minha idade que tinham vivido a infância e a adolescência a um ritmo fouxo, foram obrigados subitamente a acelerar a passada para essa coisa a que se chama "idade adulta". Paradoxalmente, quem já era "adulto" não aceitou que adquiríssemos esse estatuto com tanta brevidade, como sempre sucede aliás em todas as gerações: reza a tradição que para esse efeito o que conta é o que está escrito no Bilhete de Identidade... Quando finalmente tudo parecia conjugar-se para que fôssemos integrados na comunidade daqueles cuja voz é ouvida como sendo da ponderação, levámos nova sacudidela, dada agora pelas novas tecnologias, pela globalização e pelo endeusamento da novidade. Vai daí, antes de tempo, fomos sendo passados para a categoria dos fora do prazo, dos precocemente envelhecidos. Resultado: não nos é dado tempo para estarmos na "meia idade".
Cá por mim, recuso-me! Bem sei que sou anterior ao aparecimento da televisão em Portugal, que me lembro da chegada à Lua; é um facto que ouvi pela primeira vez o She Loves You, dos Beatles, ainda antes da puberdade e que pelos microfones da Emissora Nacional fui informado de que Salazar tinha um diferendo com a cadeira (Nota: já nessa altura os primeiros-ministros tinham problemas com algumas cadeiras...).
Mas isso não faz de mim um velho! Ainda não mereço tal estatuto! Ou faz? Pelo menos pertenço à tal minoria... Snif!

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Férias/Vacations [Jul. 26th, 2007|11:27 pm]
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Este blog entra hoje nas férias de Verão por um período de 3 semanas. Até breve!

Este blog entra hoje nas férias de Verão por
um período de 3 semanas. Até breve!

Signed: a.castro
This blog enters Summer vacations today
for 3 weeks. See you soon!



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Nota: Observem o post publicado o ano passado, aqui, todo "certinho", e o trabalho que deu para fazer o mesmo post este ano, para ficar pelo menos aceitável. E porquê? Sem prescindir de atribuir alguma culpa ao Internet Explorer 7 (o ano passado era o IE6), estou quase seguro de que tudo se deve à migração (forçada) para o Blogger2, já que a partir daí muitos posts de arquivo ficaram estragados! A reforçar esta minha conclusão, posso referir que o Vital Moreira, do blog "Causa Nossa", já se tinha lamentado de idêntico problema. Não deixo aqui o link do "Causa Nossa" porque de há muito que o Vital Moreira virou a casaca e juntou-se aos neo-conservadores e fascistas do PS.Não há direito.

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Humanos [May. 2nd, 2007|11:12 pm]
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HOW
doYOU
do? Welcome!

Do YOU like to listen to music? If yes, FINE! Then listen to "Humanos" and enjoy it!

JustClickOnImage!

Humanos

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Amêndoas da páscoa [Apr. 8th, 2007|01:03 am]
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O Malaposta diz sempre que não gosta de Festas e expõe-nos despudoradamente na Internet...

É verdade! Tem dito, sim - e já por várias vezes!...

Confirmo tudo e ele até nos prometeu uma em directo pelo telemóvel e não cumpriu :(
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Slides Show [Mar. 14th, 2007|12:19 am]
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Nota 1: Algumas das imagens foram copiadas do site dum tal "E. Corbero", natural da Catalunha e residente em Barcelona. Essas fotos foram realizadas aquando do "Porto - Capital da Cultura 2001", pelo que muitas delas estão desactualizadas. Como de cada vez que clicava para copiar uma foto surgia um aviso de "direitos de autor", o E. Corbero pedia que fizesse referência ao site dele - e é o que me cumpre fazer. O site é este.

Nota 2: A melhor maneira de ver slide a slide é clicar em "View All Images" (abre uma nova janela) e ir clicando uma a uma.

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Estranho aniversário [Mar. 7th, 2007|10:04 pm]
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O governo perfez dois anos...


Atingiu o meio do mandato. Prodigalizaram-se os analistas em balanços. Benévolos e condescendentes uns, laudatórios e encomiásticos outros. Da direita à esquerda se enalteceu o espírito reformador, a intrépida coragem no confronto, o desígnio assumido, a regeneração das finanças públicas, o êxito fiscal, etc. Sócrates visto pela imprensa é mais do que o homem providencial. É a Providência em pessoa.
Icon do Zé de BragançaOs números, porém, são o que são. Podem ser lidos de maneiras diversas mas não admitem a persistência dos enganos. A taxa de desemprego registada no último trimestre do ano findo atingiu os 8,2 por cento. Recorde-se que em 2005 se cifrou em 7,6 por cento e foi por Sócrates qualificada de escandalosa e invocada como razão suficiente para a mudança política prometida. A taxa de crescimento económico persiste incipiente, bem longe dos 2 por cento do PIB e ainda mais longe dos 2,7 por cento estimados pela UE ou dos 2,3 por cento previstos para a Zona Euro. Ou seja, no decurso deste ano aprofundar-se-á dramática e irreversivelmente o fosso entre Portugal e os seus parceiros europeus e o esforço de convergência - evocação permanente para todos os muitos sacrifícios - redundará num enquistamento tumefacto da divergência, que de endémica passará a patológica. As comparações que sempre se fazem entre economias no espaço europeu defenestram-nos, pois, para o fim do grupo do "carro-vassoura", acolitados por Malta que, se porfiar um poucochinho, nos ultrapassará em velocidade de ponta. Até no Índice de Desenvolvimento Humano, de acordo com o último Relatório do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Portugal desceu duas posições relativamente a 2004 e uma relativamente a 2005. Estamos hoje em 28º lugar, sendo que no conjunto de países da União Europeia nos situamos numa triste e apagada 17ª posição.
Nos últimos doze meses, segundo o Expresso, as famílias portuguesas pediram emprestados à banca mais de 15 mil milhões de euros, um novo máximo nacional. O nosso endivididamento ultrapassava em finais do ano transacto 115 mil milhões, ou seja, 76 por cento do PIB. Nas dívidas disputamos a primazia europeia. Haja quem pague é o novo lema nacional.
O país empobrece, o desemprego aumenta, as famílias estão crescentemente endividadas. Mas Sócrates continua a vender a imagem do político decidido, resoluto, competente e eficaz. Em quê, cabe perguntar. Precisamente nessa nobre e difícil actividade de vender a melhor imagem de si próprio.

in NM/JN

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Cabeça fumegante [Feb. 21st, 2007|03:09 pm]
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H á dias em que as pessoas acordam dadas às filosofias. Se tal acontece, nada nos faz parar. Numa comparação grosseira, trata-se de algo semelhante ao começar a cantarolar uma melodia, pela manhã, que só nos larga a cabeça à noite, já na cama. Caso uma dessas reflexões profundas nos venha à ideia (estamos em presença, sempre, de um raciocínio brilhante, uma vez que é nosso...), temos a ousadia de pensar que nunca ninguém em tal houvera pensado... Desta vez, a minha cabeça começou a fumegar sob o efeito da seguinte questão: se a velhice está cada vez menos cotada na bolsa de valores da sociedade, por que raio (expressão pouco consentânea com os rigores da filosofia) nos congratulamos tanto com o aumento da esperança média de vida das pessoas? Claro que, dirão muitos, não se trata, apenas, de viver mais, mas também de viver melhor... Mas a dúvida reside no entendimento daquilo que se considera "viver melhor". E, nesta matéria, acaba-se sempre a pensar em assistência médica permanente, lares de idosos confortáveis e ocupação lúdica do dia-a-dia... Em bom rigor, é um entendimento em tudo semelhante ao que se aplica às crianças, apenas na direcção contrária. Se, no caso destas, o que está em jogo é criar-lhes condições de "entrada" na vida dita "activa", no que respeita aos que estão no final do ciclo vital trata-se das condições de "saída". Se os infantes representam o "esboço" de um projecto, os velhos são o "rescaldo" do mesmo. Ora, o que mais me dá que pensar é a

verificação de que cada vez é menor o prazo para a execução do projecto e maior o prazo de preparação e de pós-execução. Espera-se de nós que, durante um quarto de século, estejamos embrenhados nos treinos para concretizar o que foi exaustivamente planeado; depois, dão-nos uma ou duas décadas, no máximo, para mostrar aquilo de que somos capazes; passado esse tempo... acabou. Na bolsa da "vida activa", as nossas acções entram em queda progressiva até deixarem de estar cotadas. Ora, esse período considerado agora de perda correspondia dantes a uma fase de estabilidade e solidez no mercado, à qual era possível chamar... "maturidade". Mas, agora, a maturidade deixou de existir e, quando já nos mandaram definitivamente para fora dos mercados de capitais, chamam-nos piedosamente "seniores", "idosos" ou de "terceira (ou quarta) idade"... A partir daqui, é-nos concedido um rol de benesses: passeios da junta de freguesia, com oferta dos bonés amarelos sobrados da colónia de férias das crianças; mesas novas no jardim, para os torneios de sueca; meia dúzia de lugares no metro; descontos na CP, mesmo que não se possa subir para o comboio; frequência da universidade da terceira idade; festa dos cem anos, no lar, com bolo de velas e reportagem telivisiva; ser entrevistado para protestar contra a falta de médico na freguesia... De que serve, pois, darem-nos papel para acrescentar páginas à nossa biografia sabendo, à partida, que ficarão em branco, porque nos tiraram a caneta da mão?

in NM, JN..
Link "fumegante"

Click no Link "fumegante", ligue o som das colunas e aprecie o som do TGV, começando na coluna direita e terminando na coluna esquerda, até ouvir o "apito final". Depois, sim, click no "ENTRE" (fumegante). Olhe que vale a pena "ENTRER"!!! Não perca as belíssimas imagens (depois tem ainda outras opções).

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